Gateiros

quarta-feira, 12 de maio de 2010

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5 animais que nunca mais veremos


Sapo-dourado, duas décadas e desapareceu

Em 1966 o pesquisador Jay Santos fez o primeiro registro do sapo-dourado nativo das florestas da Costa Rica. Em 1987 seus locais de reprodução eram bem conhecidos, mas nesse mesmo ano, devido ao tempo instável, a maior parte desses locais secou. Dos mais de 30 mil sapos apenas 29 sobreviveram. Em 1988 foram encontrados apenas oito machos e duas fêmeas. Em 1989 somente um macho foi encontrado, este foi o último registro da espécie.



O tigre da Tasmânia, relatos e nada mais

O tilacino, mais conhecido como tigre da Tasmânia, foi o maior marsupial carnívoro conhecido dos tempos modernos, o que fez ele ser considerado uma peste para os animais das fazendas da Tasmânia. A destruição do seu habitat e a caça constante dizimaram todos os tilacinos da ilha. O último, chamado Benjamin, morreu no dia 07 de setembro de 1936 no zoológico de Hobart, e pasmem, ele morreu porque foi trancado fora de seu quarto, assim as temperaturas congelantes das noites de inverno trataram de matá-lo. Ainda hoje surgem relatos de misteriosos animais listrados, parecidos com os tigres da Tasmânia, mas nenhum nunca foi confirmado.



Passenger Pigeon, mais de 5 bilhões de mortes

200 anos atrás essa espécie de pombo era provavelmente o pássaro mais abundante do planeta, com mais de 5 bilhões deles voando na América do Norte. A gigantesca quantidade desses pássaros tornou sua carne barata e iniciou uma uma das maiores matanças de animais da história, sendo que em um único dia 50000 deles podiam ser mortos. Comovidas, as autoridades americanas criaram a primeira lei do mundo de proteção a um animal. Mas foi tarde para os pombos, o último da espécie morreu sozinho no zoológico de Cincinnati, a 01h00min do dia 1º setembro de 1914.



Baiji, o golfinho do rio

Com o rápido desenvolvimento da China os lixos industriais e residenciais tiveram o rio Yangtsé como destino final, usinas hidrelétricas foram construídas e o tráfego de barcos tornou a poluição sonora insuportável, enquanto suas hélices matavam os golfinhos. As redes de pesca deram seu golpe final na espécie que caiu de 400 em 1980 para 13 em 1997. Em 2006 extensas pesquisas não encontraram nenhum baiji e assim ele foi adicionado a lista de animais extintos.


Ibex dos Pireneus, extinto, trazido de volta e extinto de novo

O ibex já foi extremamente comum na Espanha, mas a perseguição continua através das décadas acabou diminuindo seu número para cerca de 30 em 1981. Em janeiro do ano 2000 Célia, a última da espécie, foi morta pela queda de uma árvore no Parque Natural de Ordesa. Poucos meses antes da tragédia 3 cientistas coletaram amostras de tecido e em conjunto com uma companhia chamada Advanced Cell Technology eles tentaram clonar o animal. Em 2009 um único clone nasceu e assim durante sete minutos o ibex tornou-se a primeira espécie “inextinta” do mundo, a primeira a ser trazida de volta a vida, mas apenas para morrer sete minutos depois por uma falha nos pulmões.


Fonte: Fernando Williams

3 comentários:

Veronica Gregório disse...

Puxa vida, que triste isso:( Tudo culpa nossa, animais tão lindos sumindo. Bom, beijos.

Cães e Focinhos disse...

o homem nao saabe que desttruindo a natureza esta condenando a si mesmo,qdo vamos aprender a conviver com todos em paz e respeito,beijso amiga

olho de bicho disse...

Que triste e por aqui não é diferente, no estágio da minha bióloga de plantão muitos animais são recolhidos diarimante mas a quantidade de animais mortos supera os reabilitados e soltos na natureza novamente.

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